
Quando alguém pensa em jogadores de futebol bem-sucedidos, normalmente imagina mansões, carros esportivos, relógios de luxo e viagens internacionais. Mas existe um detalhe que passa despercebido pela maioria das pessoas. Os atletas mais ricos do mundo não constroem fortuna apenas gastando dinheiro. Eles compram ativos. E entre os ativos mais presentes na carteira dos grandes jogadores estão os imóveis. Enquanto muitos brasileiros associam riqueza ao consumo, quem realmente constrói patrimôn

A cada quatro anos, o Brasil para. As ruas ganham verde e amarelo. As camisas da Seleção voltam às vitrines. Os grupos de amigos se reúnem, as famílias organizam churrascos e milhões de pessoas acompanham cada lance da Copa do Mundo. Não há nada de errado nisso. Pelo contrário. O futebol faz parte da identidade cultural brasileira e representa momentos que unem gerações. O problema começa quando o brasileiro dedica mais tempo planejando o próximo jogo da Copa, do que planejando o próprio f

Construir um imóvel continua sendo o sonho de milhões de brasileiros. Seja para morar, investir, ampliar o patrimônio da família ou até criar uma fonte de renda futura, a construção civil segue como uma das formas mais tradicionais de geração de riqueza no país. Mas existe uma diferença enorme entre quem constrói com planejamento e quem constrói apenas com entusiasmo. Em 2026, com o crédito imobiliário ainda pressionado pelos juros elevados, o consórcio para construção ganhou espaço entre pes

Olá pessoal, mais um mês finalizado, segue aqui o resumo do que aconteceu esse mês, uma boa leitura e até a próxima... 24 anos de Consorciocred: Uma história construída com confiança, inovação e resultados Existem empresas que acompanham o mercado. E existem empresas que ajudam a transformar o mercado. Em 2026, a Consorciocred completa 24 anos de história. São mais de duas décadas atuando em um dos segmentos que mais crescem no sistema financeiro brasileiro, sempre mantendo o mesmo comprom

Quando uma transportadora enfrenta dificuldades financeiras, a primeira reação costuma ser procurar o problema na operação. Preço do diesel. Pedágios. Manutenção. Escassez de motoristas. Concorrência. Tudo isso impacta os resultados. Mas existe um fator que frequentemente passa despercebido e que, em muitos casos, pesa mais do que qualquer outro: -O custo do financiamento. A verdade é que um caminhão raramente quebra uma empresa. O que costuma comprometer a saúde financeira de uma tran

Imagine um sócio que nunca participou da construção da sua empresa. Não ajudou a conquistar clientes. Não contratou funcionários. Não enfrentou crises. Não correu riscos ao seu lado. Mas todos os meses recebe uma parte dos resultados do seu negócio. Parece absurdo. Mas é exatamente isso que acontece com milhares de empresas brasileiras. O nome desse sócio invisível é juros. E em 2026, com a Selic em patamares elevados, essa realidade ficou ainda mais evidente. Muitos empresários acredi

Existe uma diferença importante entre uma empresa que usa crédito para crescer e uma empresa que usa crédito para sobreviver. À primeira vista, ambas podem estar buscando recursos no mercado. Mas os resultados costumam ser completamente diferentes. Enquanto uma utiliza o crédito para expandir operações, adquirir ativos e fortalecer seu patrimônio, a outra recorre ao dinheiro apenas para cobrir problemas de caixa, pagar despesas acumuladas ou manter as portas abertas por mais alguns meses. E

Quando uma empresa fecha as portas, a maioria das pessoas procura explicações em fatores visíveis. Queda nas vendas, crise econômica, concorrência, gestão ruim ou falta de clientes. Mas existe um problema que raramente ganha destaque e que, todos os meses, retira milhares de reais do caixa das empresas brasileiras: -O aluguel comercial. Não estamos dizendo que alugar um imóvel é um erro. Em muitos casos, é a melhor decisão para quem está começando. O problema surge quando o aluguel deixa d

Existe uma diferença silenciosa entre empresas que crescem e empresas que constroem riqueza. À primeira vista, ambas parecem estar vencendo. Aumentam o faturamento. Contratam mais pessoas. Expandem operações. Ganham novos clientes. Mudam para espaços maiores. Mas basta olhar com mais atenção para perceber uma realidade que poucos empresários gostam de discutir: nem todo crescimento gera patrimônio. Na prática, muitas empresas passam anos expandindo enquanto continuam dependentes de ativ

O cenário econômico atual não permite mais decisões automáticas. Com a taxa Selic em patamares elevados, o custo do dinheiro voltou a ser protagonista nas decisões empresariais. E isso está separando dois grupos de empresas: as que continuam pagando caro para crescer e as que estão redesenhando sua estratégia financeira. Em 2026, o movimento é claro. Empresas mais preparadas estão reduzindo a dependência de financiamentos tradicionais e buscando alternativas que preservem o caixa e aumentem a




