O consórcio vem batendo recordes de vendas ano após ano e se consolidando como uma das principais ferramentas de planejamento financeiro no país.
Mas afinal, o que realmente explica esse crescimento constante?
Seria a taxa de juros, o cenário econômico ou a educação financeira do brasileiro?
Estudos recentes da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) ajudam a responder essa pergunta com dados claros e objetivos.
No vídeo abaixo, segue o passo a passo de como vender a sua cota, mas se tiver com pressa ou sem tempo, clique no botão abaixo e será direcionado ao site para simulação.
A taxa de juros não é o principal motor do consórcio
Durante muito tempo, acreditou-se que a taxa básica de juros influenciava diretamente o desempenho do consórcio. No entanto, os estudos mostram o contrário.
De acordo com o economista da ABAC, Luiz Antonio Barbagallo, as variações da Selic têm pouca influência nas vendas de consórcios.
Isso porque o consórcio não é um empréstimo, mas um sistema de autofinanciamento, baseado em disciplina e planejamento.
Mesmo em períodos de juros baixos, como durante a pandemia, o consórcio manteve crescimento forte.
Isso reforça que o consumidor não decide apenas olhando para o cenário macroeconômico, mas sim para o custo total da aquisição e para a previsibilidade das parcelas.
📲 Quer ficar por dentro das melhores dicas sobre consórcios, novidades do mercado e histórias reais de clientes?
Acompanhe a gente no Instagram e tenha acesso a conteúdos exclusivos que podem transformar a sua forma de investir.
Consórcio custa menos no longo prazo
Na comparação com outros mecanismos de parcelamento disponíveis no mercado, o consórcio se destaca por não cobrar juros.
O consumidor percebe, na prática, que o valor final pago tende a ser menor, mesmo considerando taxa de administração e correções contratuais.
Esse fator pesa diretamente na decisão de quem busca:
- Comprar um bem sem se endividar
- Planejar a médio e longo prazo
- Manter controle financeiro mensal
A renda é o fator decisivo para o crescimento do consórcio
Se a taxa de juros não é o principal fator, qual é então?
Os estudos da ABAC apontam uma resposta clara: renda per capita.
Ao cruzar dados da PNAD, do IBGE, entre 2009 e 2024, com os volumes de vendas de consórcio no mesmo período, a correlação chegou a 92%.
Ou seja, quanto maior a renda familiar, maior a adesão ao consórcio.
Segundo Barbagallo, a renda é o elemento mais relevante na decisão de entrar ou não em um grupo.
Quando a parcela cabe no orçamento, o consórcio passa a ser visto como uma espécie de poupança com objetivo definido.
Planejamento financeiro faz a diferença?
Esse comportamento aparece claramente na experiência de quem já utiliza o consórcio.
É o caso de Camila Stavarengo, analista de projetos, que optou por uma cota de consórcio de serviços após comparar diferentes formas de parcelamento.
Para ela, o principal ponto foi enxergar a parcela como algo planejado e possível dentro do orçamento mensal, ao longo de 48 meses.
O consórcio, nesse contexto, deixa de ser apenas um meio de compra e passa a ser uma estratégia financeira consciente.
E o desemprego, influencia nas vendas de consórcio?
Outro ponto analisado pela ABAC foi a relação entre desemprego e vendas de consórcio. O resultado surpreende.
A correlação encontrada foi negativa, porém baixa, em torno de -17,7%.
Isso significa que, mesmo em períodos de desemprego elevado, as vendas não sofrem quedas proporcionais.
Durante a pandemia, por exemplo, o desemprego chegou próximo de 14%, mas as vendas de consórcios cresceram tanto em 2020 quanto em 2021.
O que explica esse fenômeno é simples: quem mantém renda ativa continua planejando o futuro.
Consórcio atravessa crises com estabilidade
Ao analisar os últimos 20 anos, os indicadores mostram que apenas quatro anos apresentaram desempenho negativo nas vendas de consórcio.
Na maior parte do tempo, o sistema se manteve resiliente, mesmo em cenários de crise econômica.
Isso acontece porque o consórcio está diretamente ligado a:
- Planejamento
- Disciplina financeira
- Objetivos de médio e longo prazo
Quando esses fatores estão presentes, o consumidor não abandona o sonho. Ele se organiza para realizá-lo.
Consórcio cresce porque o brasileiro amadureceu financeiramente
O crescimento das vendas de consórcio não acontece por acaso.
Ele reflete um consumidor mais atento aos custos, mais consciente do próprio orçamento e disposto a planejar o futuro sem juros e sem endividamento excessivo.
E é exatamente nesse ponto que a escolha da empresa faz toda a diferença.
Quer planejar seu futuro com segurança e estratégia?
Na Consorciocred, você encontra orientação clara, análise personalizada e as melhores oportunidades em consórcio, seja para imóveis, veículos, serviços ou investimento patrimonial.
👉 Fale agora com a Consorciocred e descubra como o consórcio pode fazer sentido para o seu momento financeiro.
Clique abaixo e veja nossa reputação no Reclame Aqui!
Eiiiiii.... Você sabia que estamos na Forbes? Clique no link abaixo e confira a nossa história.
#Consorcio #abac #2026 #investir
(Com Blog da ABAC)



