Milhões de brasileiros iniciam 2026 ainda presos a financiamentos caros.
Diante desse cenário, surge uma pergunta cada vez mais comum: vale a pena migrar do financiamento para o consórcio?
Em muitos casos, a resposta é sim, desde que a estratégia seja bem estruturada.
Por que o financiamento pesa tanto no orçamento
Financiamentos tradicionais acumulam:
juros compostos
taxas bancárias
custo total elevado
Ao longo dos anos, isso consome boa parte da renda.
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O consórcio permite:
reorganizar dívidas
substituir juros por planejamento
reduzir custo total do bem
Em 2026, com juros ainda elevados, essa troca se torna ainda mais vantajosa.
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Quando a migração faz sentido
A troca costuma ser estratégica quando:
o financiamento está no início ou meio do contrato
há possibilidade de adquirir carta contemplada
o objetivo é reduzir impacto mensal
Cada caso exige análise técnica.
Consorciocred: Análise caso a caso
A Consorciocred avalia se a migração realmente gera economia, evitando decisões impulsivas e protegendo o patrimônio do cliente.
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