Levantamento mostra o tamanho do mercado brasileiro de consórcios em 2026, os segmentos que mais movimentam dinheiro e como os dados estaduais podem revelar oportunidades para quem compra, vende ou busca uma nova cota
O mercado de consórcios entrou em 2026 em ritmo acelerado e os números mais recentes mostram que a expansão não está restrita a um único tipo de bem.
Até agosto, o Sistema de Consórcios chegou a 13,55 milhões de participantes ativos no Brasil, crescimento de 12,1% em relação ao mesmo período de 2025.
Entre janeiro e agosto, foram comercializadas 3,82 milhões de novas cotas, alta de 15,1%, enquanto os créditos comercializados chegaram a R$ 389,59 bilhões, avanço de 24,2%.
O valor médio da cota também subiu. Em agosto, o ticket médio chegou a R$ 113,57 mil, alta de 13,8% na comparação anual.
Os números são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) e mostram um mercado cada vez maior, mas também levantam uma pergunta importante para consumidores, vendedores e empresas especializadas:
Onde está o dinheiro do consórcio em 2026?
A resposta passa por três mercados diferentes: a contratação de novas cotas, a existência de cotas já contempladas e o universo de consumidores que desistem ou deixam os grupos.
E há uma quarta frente que ganhou importância: o mercado secundário de cotas, no qual uma pessoa pode vender sua cota e outra pode assumir a posição contratual, desde que a operação seja aceita e formalizada de acordo com as regras da administradora.
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O desempenho de 2026 mostra uma aceleração importante.
De janeiro a agosto, os negócios com consórcios chegaram a R$ 389,59 bilhões em créditos comercializados, alta de 24,2%. O número de cotas vendidas chegou a 3,82 milhões, enquanto o total de participantes ativos alcançou 13,55 milhões.
O crescimento não ocorreu de maneira uniforme entre os segmentos.
O consórcio de imóveis, por exemplo, apresentou uma das expansões mais expressivas do período.
Segundo a ABAC, o segmento imobiliário registrou 1,14 milhão de cotas comercializadas entre janeiro e agosto, crescimento de 39,9%. O volume de créditos comercializados chegou a R$ 231,90 bilhões, alta de 36,3%.
O número de participantes ativos em imóveis chegou a 3,34 milhões, avanço de 33,6%.
Isso significa que o mercado imobiliário passou a ocupar uma posição ainda mais relevante dentro do sistema.
Os principais números do consórcio em 2026

Os dados mais recentes da ABAC confirmam que 2026 está sendo marcado por crescimento tanto em quantidade de cotas quanto em volume financeiro.
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Qual segmento mais movimenta dinheiro em 2026?
Os imóveis aparecem com destaque no levantamento.
Entre janeiro e agosto, foram R$ 231,90 bilhões em créditos comercializados no segmento imobiliário.
Os veículos leves também mantiveram participação importante. O segmento acumulou R$ 101,85 bilhões em créditos comercializados no período.
As motocicletas movimentaram R$ 22,19 bilhões, enquanto veículos pesados chegaram a R$ 30,36 bilhões.
Créditos comercializados por segmento
Os imóveis aparecem com destaque no levantamento.
Entre janeiro e agosto, foram R$ 231,90 bilhões em créditos comercializados no segmento imobiliário.
Os veículos leves também mantiveram participação importante. O segmento acumulou R$ 101,85 bilhões em créditos comercializados no período.
As motocicletas movimentaram R$ 22,19 bilhões, enquanto veículos pesados chegaram a R$ 30,36 bilhões.
Créditos comercializados por segmento

O resultado ajuda a explicar por que o consórcio imobiliário se tornou uma das principais portas de entrada para estratégias patrimoniais em 2026.
E qual estado mais compra consórcio?
Essa é uma das perguntas mais procuradas por quem pretende trabalhar com consórcios.
Mas existe uma diferença importante entre vendas nacionais divulgadas pela ABAC e dados estaduais divulgados pelo Banco Central.
O Banco Central possui uma base específica por Unidade da Federação. Nela aparecem, entre outros indicadores:
- cotistas ativos contemplados por lance;
- cotistas ativos contemplados por sorteio;
- cotistas ativos não contemplados;
- desistentes contemplados;
- desistentes não contemplados;
- contemplações por lance no trimestre;
- contemplações por sorteio no trimestre;
- desistentes contemplados no trimestre;
- adesões realizadas no trimestre.
A base é organizada por estado e segmento de bem.
O cuidado necessário com o ranking estadual de 2026
O Banco Central não atualiza esse arquivo todos os meses.
A divulgação estadual ocorre nos meses de março, junho, setembro e dezembro. Além disso, o BC informa que os dados são disponibilizados a partir do dia 10 do segundo mês posterior à data-base.
Portanto, em 30 de setembro de 2026, os dados estaduais referentes à data-base de setembro ainda não estão disponíveis.
Isso significa que seria incorreto apresentar uma tabela de dezembro de 2024 como se ela fosse um ranking de 2026.
Para uma matéria publicada agora, o correto é separar:
Dados nacionais: atualizados até agosto de 2026.
Dados estaduais: última base trimestral efetivamente disponibilizada pelo Banco Central.
Essa diferença é importante porque evita comparar números de períodos diferentes como se fossem equivalentes.
Onde está a maior oportunidade: Novas cotas ou cotas contempladas?
O mercado de consórcios de 2026 pode ser dividido em duas grandes frentes comerciais.
A primeira é o mercado primário, formado pela contratação de novas cotas.
A segunda é o mercado secundário, formado por cotas que já existem e podem ser transferidas, vendidas ou adquiridas, dependendo das condições contratuais e da aprovação da administradora.
Essa distinção muda completamente a estratégia comercial.
Quem procura uma nova cota está normalmente pensando em planejamento.
Quem procura uma cota contemplada está buscando acesso a um crédito que já passou pelo processo de contemplação.
Quem possui uma cota e quer sair está procurando liquidez ou uma alternativa para não continuar com aquela obrigação.
São públicos diferentes.
Cota contemplada: Um mercado que não aparece diretamente nas estatísticas nacionais
Aqui está uma das informações mais importantes deste levantamento.
O Banco Central não publica uma tabela nacional dizendo quantas pessoas em cada estado compraram cotas contempladas de terceiros.
Isso acontece porque a compra e venda de cotas no mercado secundário não é apresentada pelo BC como uma série estatística equivalente às “adesões” de novas cotas.
Portanto, não seria correto afirmar:
“Estado X é o que mais compra carta contemplada em 2026.”
sem uma base específica de transações secundárias que sustente essa afirmação.
O que pode ser analisado são os indicadores que ajudam a identificar onde existe maior concentração de participantes, contemplações e potencial de negócios.
Essa diferença é fundamental para uma análise comercial séria.
Quem procura uma cota contemplada?
O comprador de uma cota contemplada geralmente está em uma situação diferente daquele que começa um consórcio novo.
Ele pode estar buscando:
- comprar um imóvel;
- adquirir um veículo;
- comprar uma máquina;
- ampliar patrimônio;
- trocar um financiamento;
- aproveitar uma oportunidade de compra;
- utilizar uma carta para uma operação empresarial;
- acelerar um projeto que não pode esperar pelo ciclo normal de contemplação.
No caso imobiliário, o crescimento do mercado em 2026 torna esse público ainda mais relevante.
O segmento de imóveis acumulou 1,14 milhão de cotas comercializadas entre janeiro e agosto, alta de 39,9%, enquanto o volume financeiro chegou a R$ 231,90 bilhões.
Isso cria um ambiente favorável para empresas que trabalham não apenas com consórcio novo, mas também com análise e negociação de cotas existentes.
E quem mais cancela ou desiste do consórcio?
Esse é outro ponto em que o Banco Central possui dados muito mais completos do que os números normalmente apresentados em notícias sobre o setor.
A base por UF registra separadamente:
Desistentes contemplados
e
Desistentes não contemplados.
Também registra os desistentes contemplados no próprio trimestre.
Isso permite estudar uma característica importante do mercado:
onde existe maior estoque de pessoas que deixaram de seguir com uma cota.
Mas é importante não confundir desistência com uma única causa.
Uma cota pode deixar de estar ativa por diferentes motivos, incluindo desistência voluntária e exclusão relacionada à inadimplência, dependendo da classificação utilizada na base.
Por isso, uma matéria jornalística não deve transformar automaticamente “desistentes” em “pessoas que cancelaram porque não queriam mais o consórcio”.
Por que o mercado de cotas canceladas pode ser importante em 2026?
Porque uma cota cancelada não significa necessariamente que desapareceu qualquer possibilidade econômica para o antigo participante.
A situação depende do contrato, da legislação aplicável, do estágio do grupo e das regras da administradora.
Para quem deseja vender uma cota cancelada, é fundamental analisar:
- quanto foi pago;
- quanto tempo de grupo já passou;
- percentual amortizado;
- categoria do bem;
- situação da cota;
- existência de contemplação anterior;
- regras de transferência;
- condições da administradora;
- possibilidade de restituição;
- eventual desconto necessário para uma negociação.
Por isso, o mercado secundário exige uma análise individual.
O que os números de 2026 mostram sobre os estados?
Mesmo sem transformar dados antigos em números de 2026, existe uma conclusão importante.
O mercado brasileiro de consórcios não é homogêneo.
Estados com grande população, forte mercado imobiliário, atividade empresarial e grande circulação de veículos naturalmente concentram uma parcela relevante das operações.
Mas uma estratégia comercial não deve considerar apenas o tamanho absoluto do mercado.
É possível analisar quatro indicadores diferentes:

Um estado pode ser grande em consórcio novo e não ser o maior mercado para cotas contempladas
Esse é um dos pontos mais interessantes para uma estratégia comercial.
Imagine dois estados.
O Estado A possui enorme volume de novas adesões.
O Estado B possui uma base menor de novas adesões, mas grande estoque de cotas ativas e contempladas.
Para uma administradora que vende consórcio novo, o Estado A pode representar uma enorme base de potenciais clientes.
Para uma empresa especializada em compra e venda de cotas, o Estado B pode apresentar outro tipo de oportunidade.
Por isso, não existe um único ranking capaz de responder todas as perguntas.
O ranking precisa ser separado por objetivo.
Ranking comercial de oportunidades em 2026
Com os indicadores disponíveis, é possível organizar a atuação comercial em quatro mercados.
1. Consórcio novo
Foco:
novas adesões + crescimento dos segmentos + volume financeiro.
Em 2026, imóveis aparecem como um dos principais mercados para prospecção, com crescimento de 39,9% nas cotas comercializadas até agosto.
2. Cotas contempladas
Foco:
participantes contemplados + concentração de crédito + demanda imobiliária e automotiva.
O objetivo é encontrar consumidores que precisam utilizar o crédito e proprietários interessados em negociar uma cota.
3. Cotas canceladas
Foco:
estoque de desistentes + situação da cota + valor potencial de restituição + possibilidade de transferência.
4. Empresas
Foco:
veículos pesados, máquinas, imóveis, equipamentos e expansão patrimonial.
Esse público possui características diferentes do consumidor pessoa física e pode trabalhar com créditos maiores.
Por que São Paulo aparece como um mercado estratégico?
São Paulo possui uma combinação de fatores que merece atenção comercial.
O estado reúne grande população, forte atividade empresarial, mercado imobiliário amplo e elevada circulação de veículos.
Mas existe uma diferença entre dizer:
“São Paulo possui grande mercado consumidor”
e dizer:
“São Paulo é oficialmente o maior estado comprador de cotas contempladas em 2026.”
A primeira afirmação pode ser sustentada por características econômicas e pelo tamanho do mercado.
A segunda exigiria uma base específica de transações de cotas contempladas por estado, que não é publicada dessa maneira pelo Banco Central.
Essa distinção deve permanecer na matéria para evitar um ranking artificial.
Imóveis são o grande destaque do consórcio em 2026
O comportamento do segmento imobiliário merece uma análise separada.
Entre janeiro e agosto, foram comercializadas 1,14 milhão de cotas imobiliárias, crescimento de 39,9%.
O volume de créditos chegou a R$ 231,90 bilhões, avanço de 36,3%.
A quantidade de participantes ativos chegou a 3,34 milhões.
Isso significa que imóveis representam uma frente particularmente relevante para empresas que trabalham com:
- consórcio novo;
- carta de crédito;
- cota contemplada;
- compra de cota;
- venda de cota;
- planejamento patrimonial;
- aquisição de imóveis;
- expansão empresarial.
Veículos leves continuam entre os maiores mercados
Os veículos leves também permanecem entre os principais segmentos do sistema.
Até agosto, foram 1,36 milhão de cotas comercializadas, enquanto os créditos chegaram a R$ 101,85 bilhões.
O número de participantes ativos chegou a 5,63 milhões.
Para uma empresa especializada no mercado secundário, isso significa uma base potencialmente ampla de pessoas em diferentes estágios do contrato.
Algumas ainda estão pagando.
Outras já foram contempladas.
Algumas podem estar procurando um veículo.
Outras podem estar buscando vender a cota.
E uma parcela pode estar interessada em adquirir uma cota contemplada para antecipar um projeto.
Consórcio para empresas também ganha espaço
O mercado empresarial merece uma análise própria.
Uma empresa pode utilizar consórcio para planejar a aquisição de:
- imóveis comerciais;
- máquinas;
- equipamentos;
- caminhões;
- veículos;
- máquinas agrícolas;
- estruturas para expansão;
- outros bens previstos nas categorias do sistema.
Nesse caso, a decisão não depende apenas da parcela.
O empresário precisa analisar fluxo de caixa, prazo, necessidade de contemplação, capacidade de lance e finalidade do crédito.
Por isso, a venda consultiva tende a ser mais importante do que simplesmente apresentar uma tabela de parcelas.
Onde a Consorciocred entra nesse mercado?
É justamente na diferença entre vender uma cota e entender o que o cliente precisa que a Consorciocred pode construir sua proposta de valor.
A empresa trabalha com diferentes situações envolvendo consórcios, incluindo compra e venda de cotas contempladas, cotas não contempladas e cotas canceladas.
Para quem deseja vender uma cota, a análise deve considerar a situação específica do contrato.
Para quem deseja comprar, o ponto central é verificar a documentação, a situação da cota, as condições da transferência e os custos envolvidos.
Para quem procura uma nova modalidade de consórcio, o caminho é diferente.
Nesse caso, o objetivo é encontrar uma estrutura compatível com o projeto do cliente.
Para quem quer vender uma cota
O proprietário de uma cota pode chegar à Consorciocred com uma pergunta simples:
“Quanto vale meu consórcio?”
Mas a resposta depende de uma série de fatores.
Entre eles:
- valor da carta;
- quantidade de parcelas pagas;
- saldo;
- contemplação;
- percentual amortizado;
- categoria;
- situação contratual;
- prazo restante;
- condições de transferência.
Por isso, a análise individual é fundamental.
Quer descobrir quanto sua cota pode valer?
A Consorciocred pode analisar a situação da cota e orientar o proprietário sobre as possibilidades de negociação.
Para quem quer comprar uma cota contemplada
O cenário é diferente.
Quem compra uma cota contemplada está interessado principalmente no acesso ao crédito.
Antes de fechar negócio, é necessário verificar:
- se a cota realmente está contemplada;
- qual é o valor do crédito;
- quanto já foi pago;
- qual é o saldo devedor;
- quais são as parcelas restantes;
- quais taxas continuam existindo;
- se a transferência é permitida;
- se a administradora aprovará o novo titular;
- quais documentos serão exigidos;
- quais custos existem na operação.
Uma cota contemplada não deve ser analisada apenas pelo valor da carta.
O comprador precisa olhar o custo total da operação.
A Consorciocred pode atuar justamente nessa análise.
Para quem tem uma cota cancelada
O proprietário de uma cota cancelada também precisa analisar a situação antes de tomar uma decisão.
Dependendo do contrato e das regras aplicáveis, pode haver caminhos diferentes.
Em vez de simplesmente abandonar a cota, o consumidor pode buscar entender:
quanto já pagou, qual é a situação atual e quais possibilidades existem para aquele contrato.
A Consorciocred atua nesse mercado analisando cotas canceladas e avaliando possibilidades de negociação.
O que o levantamento de 2026 revela?
Os números disponíveis até agosto mostram três movimentos importantes.
1. O mercado está crescendo
São 13,55 milhões de participantes ativos e 3,82 milhões de novas cotas comercializadas até agosto.
2. O dinheiro está concentrado em grandes operações
O sistema movimentou R$ 389,59 bilhões em créditos comercializados em oito meses.
3. Imóveis ganharam velocidade
O segmento imobiliário cresceu 39,9% em novas cotas e 36,3% em créditos comercializados.
Esses três fatores criam diferentes oportunidades para empresas que atuam com consórcios.
O ranking que realmente importa para uma empresa
Em vez de procurar apenas “qual estado mais compra consórcio”, uma estratégia comercial mais completa deve observar:

Essa visão evita um erro comum: Acreditar que o maior mercado de consórcio novo necessariamente será o maior mercado de compra e venda de cotas contempladas.
São mercados relacionados, mas diferentes.
Consórcio em 2026: O mercado está ficando mais complexo
O crescimento do setor também aumenta a necessidade de informação.
Quanto maior o número de participantes, maior tende a ser a quantidade de consumidores em diferentes momentos do ciclo:
adesão → pagamento → lance → contemplação → utilização do crédito → transferência → desistência ou encerramento.
É justamente nesse ciclo que surgem oportunidades para empresas especializadas.
O consumidor que ontem estava procurando uma nova cota pode amanhã estar procurando uma carta contemplada.
Quem hoje quer comprar um imóvel pode amanhã precisar vender uma cota.
Quem começou um consórcio pode posteriormente precisar sair.
E quem recebeu uma carta pode procurar orientação para utilizá-la.
Consorciocred: Uma alternativa para diferentes momentos do consórcio
A proposta da Consorciocred é atuar justamente nas diferentes necessidades do consumidor.
Quer comprar uma cota contemplada?
A empresa pode auxiliar na análise e negociação.
Quer vender sua cota?
A Consorciocred pode avaliar a situação do contrato e verificar as possibilidades.
Tem uma cota cancelada?
É possível analisar as condições e verificar alternativas.
Quer começar um consórcio novo?
A empresa também trabalha com novas cartas de crédito, permitindo estruturar a contratação de acordo com o objetivo do cliente.
O ponto central é não tratar todos os consórcios da mesma forma.
Cada cota possui uma situação contratual e financeira diferente.
Conclusão
O mercado de consórcios chegou a uma nova fase em 2026.
Os números nacionais mostram 13,55 milhões de participantes ativos, 3,82 milhões de cotas comercializadas e R$ 389,59 bilhões em créditos negociados entre janeiro e agosto.
O segmento imobiliário chama atenção pelo crescimento de quase 40% nas novas cotas, enquanto veículos leves continuam representando uma parcela expressiva do sistema.
Ao mesmo tempo, o mercado secundário abre outra frente: pessoas que querem comprar, vender ou negociar cotas que já existem.
Mas existe uma diferença importante entre os mercados.
O Banco Central disponibiliza dados estaduais sobre adesões, cotas ativas, contemplações e desistentes, mas não publica um ranking direto de “quem mais compra cota contemplada de terceiros”. Por isso, qualquer lista que apresente esse dado como oficial precisa ser vista com cautela.
Para quem trabalha no setor, o caminho mais interessante é cruzar os indicadores.
Onde há novas adesões, existe mercado para consórcio novo.
Onde há muitos participantes e contemplações, existe mercado potencial para cotas contempladas.
Onde há grande quantidade de desistentes, existe um mercado potencial para análise de cotas canceladas.
E é justamente nesse cruzamento que empresas especializadas, como a Consorciocred, podem encontrar diferentes oportunidades comerciais.
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Perguntas frequentes
Qual estado mais compra consórcio em 2026?
O Banco Central possui dados estaduais de adesões e cotas por Unidade da Federação, mas a base é trimestral.
A data-base de setembro de 2026 ainda não estava disponível em 30 de setembro. Por isso, não é correto apresentar um ranking de setembro antes da divulgação oficial.
Qual estado mais compra cota contemplada?
Não existe uma estatística pública do Banco Central que classifique diretamente os estados pelo número de compradores de cotas contempladas de terceiros.
Esse mercado secundário precisa ser analisado por outras métricas, como concentração de participantes, contemplações e demanda por crédito.
Onde mais se faz consórcio novo em 2026?
A resposta deve ser baseada no indicador de adesões por estado e na última data-base estadual disponibilizada pelo Banco Central. A base oficial registra as adesões trimestrais por UF e segmento.
Qual estado mais cancela consórcio?
O Banco Central registra cotistas desistentes contemplados e não contemplados por Unidade da Federação. Porém, o ranking precisa utilizar a data-base oficial mais recente disponível e não pode ser substituído por números antigos.
Consórcio cancelado pode ser vendido?
A possibilidade depende da situação da cota, do contrato e das regras da administradora. Antes de negociar, é necessário verificar a condição da cota e os procedimentos exigidos para eventual transferência.
Vale a pena comprar uma cota contemplada?
Depende da operação. O comprador deve comparar o crédito disponível, o saldo devedor, as parcelas restantes, o valor pago ao vendedor, as taxas e as condições de transferência.
O consórcio de imóveis está crescendo em 2026?
Sim. Entre janeiro e agosto de 2026, o segmento registrou crescimento de 39,9% nas cotas comercializadas e de 36,3% nos créditos comercializados, segundo a ABAC.
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Fontes
Banco Central do Brasil: Banco de dados de consórcios e informações por Unidade da Federação. O BC informa que os dados estaduais incluem adesões, contemplações e desistências e são disponibilizados trimestralmente.
ABAC: Dados do Sistema de Consórcios referentes a agosto de 2026.
Banco Central do Brasil: Séries e bases públicas sobre cotas ativas do Sistema de Consórcios.
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