O Mercado de Consórcio no Brasil

O Mercado de Consórcio no Brasil, teve início nos anos 60 em virtude da falta de instituições financeiras para a concessão de financiamentos para a aquisição de bens, junto às necessidades das indústrias recentemente instaladas para escoarem sua produção.

Daí para frente, o consórcio passou a impulsionar a indústria automobilística e de motocicletas, assim como o comércio e a prestação de serviços, criando empregos para muitos brasileiros. Isso tudo sem gerar inflação, já que no consórcio os recursos financeiros resultam da poupança mensal de cada participante do grupo onde não é cobrando juros. É uma poupança planejada para comprar futuramente.

Em 2009 cada 100 veículos vendidos no país, 12 eram de consórcios

Em 2009, segundo ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), de cada 100 veículos vendidos no país, 12 foram adquiridos por consórcio. Em relação às motocicletas a proporção ainda é maior, a cada 100 vendidas, 37% foram adquiridas através de consórcios.

Esse índice ultrapassou os 60% em algumas regiões brasileiras e o sistema contava com a participação ativa de mais de 3,4 milhões de consorciados, em seus diversos segmentos: veículos automotores, eletroeletrônicos e bens móveis duráveis novos.

O custo final do consórcio (taxa de administração, fundo de reserva, etc), é bem menor que qualquer tipo de financiamento já que não são cobrados juros os juros exorbitantes do mercado. O consórcio tem levado pessoas que têm dificuldades em poupar dinheiro a se motivarem e disciplinarem a uma “poupança programada” para aquisição de bens e a compra à vista, proposta pelo consórcio, é mais barata por causa de seu poder de negociação e obtenção de descontos.

A nova Lei dos Consórcios (Lei 11.795/2008) que passou a vigorar em fevereiro de 2009 regulamentou o setor, possibilitando maior controle sobre as negociações realizadas pelas administradoras, trazendo maior garantia aos grupos de consorciados.

As transações de consórcio são reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor

Todas as transações passaram a ser reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor, fortalecendo essa modalidade de negócio, através de uma maior clareza nos contratos e documentações exigidas. Outra mudança significativa trazida pela lei foi estender os benefícios do sistema de consórcio para serviços vinculados às áreas educacionais, turismo e saúde.

A legislação atual oferece prazos maiores e flexibilidade para compra de bens e serviços contemplados por sorteio ou lances. No Brasil, o consórcio está definitivamente consolidado como uma força de crescimento da economia.

Uma pesquisa realizada ABAC em 2015 revelou que 66% dos consorciados estão plenamente satisfeitos com seus consórcios porque representam segurança no investimento e garantia de que o valor estipulado previamente pelo consorciado não será ultrapassado ao final das mensalidades. Já para os potenciais clientes, cerca de 60% deles levam em consideração adquirir um bem através do consórcio, considerando-o a melhor opção.

A classe mais baixa (C e D) representa a maior fatia do mercado de consórcio, tendo em vista que realizar um financiamento bancário significa dizer que o valor pago ao final na maioria das vezes chega a ser o dobro do valor do bem adquirido inicialmente.

Com o consórcio você planeja o investimento desde o inicio e não paga juros!

O consórcio possibilita planejar o investimento desde o início e parcelar o valor necessário para adquirir o bem ou serviço. Apesar de atender majoritariamente essas classes, recentemente os consórcios têm sido também a escolha de pessoas das classes B e A, que também buscam a otimização do valor investido.

Hoje em dia, com o consórcio é possível comprar praticamente tudo, planejar sonhos e investimentos sem estourar o orçamento familiar.

Em 2015, a busca por consórcios para aquisição de casas e veículos cresceu de janeiro a novembro 1,9%, com 2,15 milhões de novas adesões e transações, que somaram R$ 79,74 bilhões, 13,5% acima do apurado no mesmo período em 2014.

O total de crédito disponibilizado chegou a R$ 36,86 bilhões, com alta de 7,3%. A maior alta, no acumulado até novembro de 2015, foi no segmento de veículos, com aumento de 9,4% no total de crédito disponibilizado (R$ 30,93 bilhões) sobre 2014.

Já o valor referente aos novos contratos subiu 3,4% atingindo R$ 53,95 bilhões. As modalidades de veículos leves tiveram alta de 8,8% e de veículos pesados com aumento de 11,4%. A demanda por cotas de imóveis também cresceu em ritmo maior do que a dos consórcios de veículos, com aumento de 41,5%. Comparando-se aos novos contratos de imóveis, em 2014, houve crescimento de 43,1%.

Os consórcios em geral fecharam 2015 com 7,17 milhões de consorciados ativos, 1,4% superior a 2014. O número de contemplados cresceu 3,7%, com 1,41 milhões, e a liberação de créditos teve alta de 8,3%, somando R$ 40,94 bilhões.

25% do mercado interno tem participação do consórcio

Segundo a ABAC, a participação no mercado interno atingiu 25,3%, o que significa que a cada quatro veículos vendidos, um foi por meio de consórcio. As contemplações foram 11,6% maiores do que em 2014. No caso dos veículos pesados houve um crescimento de 11,2%. Os contratos somaram R$ 8,64 bilhões, 1,3% acima de 2014.

A parcela referente aos veículos nos consórcios foi de 7,8% em 2009 para 32,4% em 2016. Considerando o período entre maio e julho, as vendas de consórcios tiveram um crescimento de 10% em 2016, alcançando o valor total de R$ 7 milhões em participantes ativos.

O total de adesões chegou ao número de 1,2 milhões nos primeiros sete meses de 2016. Os créditos negociados chegaram ao montante de R$ 42,57 bilhões. No caso dos veículos leves houve aumento na participação, passando dos 7,8% registrados no ano de 2009 para os 32,4% em 2016, crescimento de 24,6 pontos porcentuais.

No setor de motocicletas também houve crescimento, de 37,5%, também no ano de 2009, chegou a 63,6% ao final dos primeiros seis meses de 2016. No setor de consórcios para caminhões, também houve aumento. Os 17,8% em 2009 passaram para 81,9% ao final do sexto mês de 2016. Além disso, o segmento dos imóveis foi de 17,8% em 2009 para 27,2% em novembro de 2016, segundo a ABAC.

Em 2017 os consórcios começaram o ano em alta

Em 2017 os consórcios começaram o ano em alta. No mês de abril a venda de novas cotas bateu recorde: mais de 195 mil adesões. O número de consorciados subiu quase 7% nos quatro primeiros meses do ano se comparado ao mesmo período do ano passado.

Os negócios com vendas de novas cotas tiveram média mensal de 181,9 mil, sendo 6,9% superior que a de 170,1 mil ocorrida no mesmo período de 2016. Enquanto em janeiro o tíquete médio mensal era de R$ 36,8 mil, em abril último alcançou R$ 42,7 mil, registrando alta de 16%.

Os créditos comercializados nos mesmos períodos relacionados mostraram aumento de R$ 6,47 bilhões para R$ 8,33 bilhões, com alta de 28,7%, enquanto um ano antes foram de R$ 5,67 bilhões a R$ 6,08 bilhões, também com alta de 7,2%. Diante da segurança, facilidade e inúmeras vantagens, o consórcio tem se mostrado o maior aliado do autofinanciamento e das compras programadas.

Em janeiro, as vendas de novas cotas para bens imóveis cresceram 14,7%, somando R$ 2,2 bilhões, valor 28% maior do que o registrado no ano anterior, conforme pesquisas da ABAC. Uma das vantagens de um consórcio imobiliário é o custo menor.

Consorcio é o melhor negócio porque não tem juros

A taxa média de juros para financiamento da casa própria varia entre 8% e 9% ao ano. Os consórcios cobram taxas administrativas menores, menos de 2% ao ano e não há cobrança de juros.

A liberação do resgate dos valores depositados nas contas inativas do FGTS foi mais um motivo de aquecimento para o setor. Os saques devem chegar a R$ 35 bilhões, conforme informe do governo federal.

Segundo a ABAC, em janeiro, a aplicação de recursos em consórcios vindos do FGTS movimentou R$ 10,8 milhões, sendo o maior montante (R$ 4,8 milhões) para a compra de um imóvel, R$ 2,2 milhões para amortizar o saldo devedor e R$ 1,2 milhão para liquidação.

Com a restrição de crédito e o aumento da taxa Finame, as vendas de consórcio para veículos pesados deverão continuar crescentes nos próximos anos, o que reflete o amadurecimento do mercado consumidor que passou a visualizar no consórcio uma importante forma para ampliação e renovação da frota.

Outra informação da ABAC, é que em 2016, essa categoria fechou o ano com 280,5 mil consorciados ativos em todo o país. Foram vendidas 51,1 mil novas cotas durante o ano a um tíquete médio (valor médio da cota no mês) de R$ 142,4 mil.

Também foram comercializados cerca de R$ 7,10 bilhões em créditos ao longo de 2016. Além disso, o consórcio disponibilizou R$ 4,23 bilhões para que os 30,2 mil consorciados contemplados pudessem adquirir seu veículo pesado, entre os quais os caminhões, carretas, ônibus, tratores e implementos agrícolas.

O consórcio sempre será melhor opção de crédito

A expectativa para 2017 é de otimismo e crescimento em relação a 2016. Devido à crise, ainda que as pessoas e as empresas tenham receio em assumir novos compromissos financeiros, essa perspectiva de alta se baseia justamente no fato do consórcio ser uma alternativa de crédito flexível e bastante econômica, que possibilita ao caminhoneiro ou ao frotista programar a ampliação ou a renovação das frotas com parcelas ajustáveis e dentro do orçamento sem se descapitalizar.

A crise também acabou por despertar o interesse das montadoras e concessionárias, dada a segurança e garantia de grande percentual de créditos que os grupos proporcionam aos clientes durante o período de existência do grupo, que dura em média 72 meses.

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