Qual é a diferença entre consórcio e financiamento?

Quem tem o sonho de comprar uma casa própria, reformar ou construir, comprar seu primeiro automóvel, planejar a aposentadoria ou construir um bom patrimônio, acaba por encontrar no mercado basicamente duas opções: o financiamento bancário e o consórcio.

O financiamento é bastante conhecido e utilizado em vários tipos de aquisições de bens de maior ou menor valor. O consórcio também é uma forma de aquisição de bens, mas diferentemente do financiamento bancário, possui algumas características muito mais interessantes e vantajosas para o interessado.

Mas, afinal, qual é a diferença entre consórcio e financiamento?


O consórcio é um meio para adquirir um bem ou serviço de forma parcelada e sem juros. Como o dinheiro sai em sorteios ou lance, é um modo recomendado para quem pode esperar. O financiamento é um credito parcelado liberado após a aprovação do cadastro, com juros que podem chegar a mais de 200% sobre o valor financiado.

 

No decorrer desse artigo explicaremos como cada um deles funciona e suas principais diferenças. Então você terá certeza de que o consórcio é o melhor investimento para realizar o seu sonho ou projeto.

Qual a principal diferença entre o consórcio e o financiamento?

O consórcio além de ser uma modalidade de compra, é também uma forma de poupança e investimento para o futuro. Para aqueles que têm o desejo de construir um patrimônio sólido e na aposentadoria, ou seja, não estão com muita pressa em adquirir o bem, o consórcio é uma excelente escolha.

Adquirindo uma cota de consórcio através de uma administradora de consórcios autorizada pelo Banco Central, o que torna o negócio absolutamente idôneo e seguro, você se torna um consorciado e passa a investir um valor mensal durante um prazo definido em contrato, conforme o tipo de bem e seu valor monetário.

Através dos lances e sorteios mensais, o consorciado tem a chance de ser contemplado e receber o valor total da carta de crédito à vista e então adquirir o bem, tendo ainda a possibilidade de negociar bons descontos já que comprará o bem à vista e assim, já usufruindo o bem, continua a pagar as mensalidades do consórcio até o término do grupo. Esse processo é exclusivo do consórcio, fazendo dele uma modalidade de compra bastante diferente do financiamento.

No financiamento o contratante retira o bem imediatamente. Porém, a cobrança de juros acaba elevando o valor do bem é no mínimo o dobro do valor inicial. Os juros, somados a outros encargos, resultam no Custo Efetivo Total que é sempre maior que o custo total de um consórcio (incluindo taxa administrativa, seguro e fundo de reserva).

O fundo de reserva é o dinheiro em caixa que assegura a continuação do grupo, ainda que algum participante atrase o pagamento das mensalidades; a taxa administrativa é o valor pago à administradora para que ela faça a gestão do consórcio; e o seguro de vida (quando contratado), tem a finalidade de garantir o pagamento das parcelas em caso de invalidez, morte ou desistência do segurado.

Quais bens posso adquirir através do financiamento ou do consórcio?

No geral, a maioria dos consórcios tem como principal objetivo oferecer a aquisição de bens de maior valor como imóveis (novos, usados, terrenos, reforma ou construção) ou veículos (carros, motos, máquinas agrícolas, moto aquática, ônibus, caminhões, máquinas agrícolas, entre outros). Também já existem consórcios para eletrodomésticos, móveis e serviços como cirurgia plástica, por exemplo.

O financiamento é utilizado praticamente em todas as lojas e para todos os bens de mercado, mas, como dito anteriormente, os altos juros cobrados quase dobram o valor inicial do bem, o que o torna pouco atrativo e viável.

Como funciona o consórcio e o financiamento?

Muitos intitulam o consórcio como uma forma de autofinanciamento, porque, no consórcio, os bens oferecidos são financiados por cada participante pertencente ao grupo de consórcio. Esse autofinanciamento implica também em uma autogestão: o consorciado poupa, entregando à administradora uma determinada quantia mensal (mensalidades) para garantir que terá, no tempo determinado em contrato, acesso ao bem móvel ou imóvel contratado.

No financiamento bancário, quem financia a compra do bem é a instituição financeira. É ela quem paga a casa, apartamento, terreno ou o veículo e a pessoa financiada paga as mensalidades ao banco até quitar o valor total da dívida. Como “compensação” pelo financiamento, a pessoa arca com os juros e as correções monetárias previstas no contrato.

Vantagens do consórcio em relação ao financiamento

 

Juros e correções:

É sabido que as instituições bancárias acrescentam juros e correções elevados nas mensalidades do financiamento, o que inexiste no caso das mensalidades do consórcio, havendo apenas a taxa administrativa, fundo de reserva e seguro (quando contratado), o que varia de acordo com cada administradora, mas que somados são de valor muito menor do que os do financiamento.

A cobrança de juros no financiamento ocorre porque a financiadora já prevê os riscos que pode sofrer no decorrer do contrato, como por exemplo, inadimplência ou a variação do preço do bem no mercado. Já no consórcio, não há essa previsão de riscos e essa é a razão pela qual os financiamentos costumam ser muito mais caros do que o consórcio. Se o preço do bem variar durante o prazo do consórcio (para mais/menos), as mensalidades poderão sofrer um reajuste, tudo de acordo com o que está previsto no contrato.

Para bens imóveis o reajuste é baseado no INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) e o consorciado já tem uma ideia de quanto o valor do consórcio aumentará ou diminuirá, para veículos Automotores, o reajuste será conforme a Tabela do Fabricante, conforme otipo de Bem Vigente no contrato de participação.

É importante frisar que, quanto maior for o prazo do financiamento, maior a quantidade de parcelas a serem pagas e mais elevados serão os juros cobrados pelo banco, aumentando cada vez mais o valor a ser pago pelo bem.

 

Prazos:

Os prazos para consórcios imobiliários costumam ser menores do que os prazos para financiar imóveis, no geral. Financiamentos imobiliários, por exemplo, podem durar até 420 meses (35 anos). Já os consórcios de imóveis podem ter a duração média de 180 meses (15 anos), ou seja, no consórcio além de pagar menor juros você paga seu imóvel em um prazo menor.

Para bens móveis, os consórcios podem chegar a 100 meses (8 anos) e os financiamentos podem durar até o máximo de 60 meses (5 anos), dependendo do agente financeiro.

 

Burocracia:

Para fazer um financiamento, o banco exige a apresentação de uma série de documentos, como, por exemplo, holerites/comprovação de renda e declaração de imposto de renda. Isto porque o banco analisará a condição de crédito do interessado e através da análise destes documentos, aprovará ou não a liberação do crédito.

Uma pessoa que tenha o nome negativado não terá o financiamento aprovado. Isso sem contar a prévia avaliação do bem, vistorias e garantias que também precisam ser analisadas e aprovadas pelo banco. Cada instituição financeira tem suas exigências, não havendo como ter certeza da liberação do crédito. Sem contar que a maioria delas requer que o comprador tenha pelo menos 20% do valor do bem desejado.

No caso do consórcio não existe toda essa burocracia para a compra de uma cota. Todo o processo é bem mais simples e prático e toda a verificação é feita em até 72 horas antes da transferência da cota para as cotas contempladas ou no ato da liberação dos recursos, nos casos quando a cota foi adquirida não contemplada.

 

Sorteios e lances: uma chance a mais do consorciado receber o bem antecipadamente

Todo sorteio ou lance é uma oportunidade a mais que o consorciado tem de receber a sua carta de crédito. Caso seja sorteado, ele poderá retirar seu crédito pouco tempo depois da assinatura do contrato ou durante o prazo de duração do consórcio.

O lance, por sua vez, é uma forma de aumentar as chances de ser contemplado, onde o consorciado pode oferecer o pagamento do valor de mais parcelas. Se, em determinado mês, a pessoa dispõe de mais dinheiro, poderá oferecer um lance maior e sair da assembleia com a carta de crédito, e assim adquirir o tão sonhado bem.

Mesmo que a ideia de que o consórcio é uma forma demorada de adquirir bens seja difundida no mercado, isso é um mito. Como mostrado acima, a verdade é que sempre há a possibilidade do consorciado resgatar a sua carta de crédito antes mesmo de terminar de pagar todas as parcelas do seu contrato.

 

Troca de bens:

Outra grande vantagem do consórcio é que, dentro de uma mesma categoria, é possível escolher outro bem, diferente daquele inicial. Assim, quando da contemplação, o consorciado terá a possibilidade de comprar outro apartamento ou outra casa com a carta de crédito contemplada. Desde que seja da mesma modalidade, não é preciso que o imóvel tenha o mesmo valor, poderá ser mais caro ou mais barato.

Se for mais caro, o consorciado deverá pagar a diferença. Se for mais barato, o saldo poderá ser utilizado no próprio imóvel, em reformas, usado para quitar as mensalidades restantes do consórcio ou ainda para pagar os valores gastos com escritura e registro. O mesmo é válido para os bens móveis.

 

Multas:

Se a pessoa atrasar as mensalidades do consórcio, estará sujeita ao pagamento de multas e juros, tudo previsto em contrato. Entretanto, ainda assim o custo será menor que o valor das parcelas dos financiamentos que, além de cobrar juros e correções mensais, também cobram multas e atualizações por atraso no pagamento.

 

A retirada imediata do bem é, realmente, mais vantajosa?

O grande dilema para o consumidor e que o leva a preferir, muitas vezes, um financiamento de imóveis ou mesmo de veículos, é o fator “imediatismo”. Claro que poder usufruir o bem adquirido no momento da assinatura do contrato de financiamento é uma vantagem em relação aos consórcios. Porém, como já afirmamos, essa “rapidez” tem um alto custo.

Planejar a aquisição de um bem por meio de um consórcio é sempre mais vantajoso e mais barato. Mesmo que o consorciado não tenha a garantia de ter seu bem no primeiro mês de pagamento, acabará pagando mais barato, não ficando a mercê de juros e correções monetárias cobrados pelas instituições bancárias no financiamento.

É essencial avaliar se existe realmente a necessidade imediata de receber o bem ou se é possível aguardar um tempo para adquiri-lo por um custo menor.

 

Seguindo esse raciocínio, o consórcio é, sem dúvida, bem mais vantajoso que o financiamento:

  • valorização do seu dinheiro ao longo do tempo;
  • compra de um bem pelo preço atual de venda (isso significa que não estarão embutidos juros e correções monetárias, que acabam resultando em um total pago 2 ou 3 vezes superior ao valor real do bem);
  • oportunidade de investimento e poupar para o futuro;
  • investimento em médio e longo prazo com possibilidades de receber a carta de crédito em um prazo mais curto, por meio de sorteio ou lances;
  • sem entrada;
  • sem cobrança de juros, sem dúvida, a maior vantagem.

Consórcio Contemplado

Existe ainda mais uma vantagem sobre o consórcio (que, aliás, essa deixamos por último para surpreender o nosso leitor) que é a possibilidade de adquirir uma carta de crédito de consórcio já contemplado seja para compra de um imóvel, automóvel, caminhão ou veículo pesado e ter o seu crédito liberado de imediato!

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